2.6 de 5 estrelas
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Há jogos que a gente joga. E há jogos que nos marcam para sempre. Battlefield sempre foi esse segundo tipo pra mim. Não era apenas um jogo de guerra — era um lugar onde eu e meu filho, o Leo, nos encontrávamos. Ele era o “Mighty”, o parceiro que sempre me chamava pra mais uma partida, o garoto que ria quando eu errava o tiro, e vibrava quando a gente vencia uma rodada apertada. Ali, entre explosões e risadas, pai e filho estavam lado a lado. Não importava o mapa, a missão, o placar — o que importava era estarmos juntos. O tempo passou, a vida mudou… E hoje, ao jogar Battlefield 6, senti algo que há muito tempo não sentia: como se o Leo estivesse ali comigo, mais uma vez. Quando o jogo começou e o som dos helicópteros ecoou, meu coração acelerou como antes. Cada detalhe — o vento batendo nos destroços, o brilho das explosões refletindo na água, a imersão total — me fez lembrar dele. E, por um instante, tudo parecia igual aos velhos tempos. Battlefield 6 é mais que um jogo incrível. É uma experiência que toca quem já viveu algo real dentro desses mundos digitais. O novo sistema de classes é impecável, os gráficos são absurdamente lindos, e o desempenho está fluido, estável, vivo. Mas o que realmente me pegou não foi a tecnologia. Foi a emoção. Foi a sensação de estar de volta a um lugar onde deixei parte de mim — e onde reencontrei o Leo, nem que por alguns segundos. Pra muitos, é só mais um Battlefield. Pra mim, é um abraço de volta. É um lembrete de que a conexão que criamos através dos games nunca morre. Que o amor atravessa até mesmo os cabos, as telas, os anos. Obrigado, DICE. Obrigado por me devolver esse sentimento. Por me lembrar que, de alguma forma, o Mighty ainda está jogando ao meu lado. 10/10 — Pela guerra, pela saudade, pela eternidade. There are games we play. And there are games that become a part of who we are. For me, Battlefield was always the latter. It wasn’t just a war game — it was a place where I met my son, Leo. He was “Mighty” — my partner in chaos, the one who laughed when I missed a shot and shouted “Let’s go!” when we captured a flag together. Some fathers and sons go fishing or play soccer. We went to war together — side by side, on digital battlefields filled with explosions, laughter, and teamwork. Time passed. Life changed. And today, when I loaded up Battlefield 6, I felt something I hadn’t felt in years: as if Leo was right there with me again. When the match began and I heard the sound of choppers cutting through the sky, my heart raced just like it used to. Every detail — the wind sweeping across the ruins, the reflections on the water, the chaos that somehow feels alive — it all brought him back to me. For a brief, precious moment, it felt like the old days again. Battlefield 6 isn’t just an amazing game. It’s an experience that touches those of us who once found real connections in these virtual worlds. The new class system is brilliant, the graphics stunning, the performance smooth and flawless. But what truly moved me wasn’t the technology. It was the emotion. It was the feeling of returning to a place where part of my heart still lives — and finding Leo there, waiting for me, controller in hand. For many, it’s just another Battlefield. For me, it’s a reunion. A reminder that the bonds we create through games never really die — that love travels beyond screens, beyond time, beyond life itself. Thank you, DICE. For bringing back not just the war… but the memories. For reminding me that, somehow, Mighty is still out there — playing right beside me. 10/10 — For the battle, for the love, for eternity.
Esse foi o primeiro game que comprei na pré venda apesar de achar isso uma atitude bem burra (ainda mais um jogo da EA) mas assim que o BF6 foi anunciado eu contei os dias até o lançamento, dps da desgraça que foi o BF2042 o hype pra esse game estava nas alturas e a cada noticia que saía do game mais e mais a vontade jogar crescia e meus amigos, que momento bom para ser fã de Battlefield. O jogo é maravilhoso apesar de certos problemas e é como se fosse uma junção do BF3 e BF4, a destruição voltou com tudo nesse game porém é uma pena não ter os eventos de destruição em massa no meio das partidas multiplayer como era no BF4 mas com certeza foi uma baita upgrade comparado ao que era no BF2042 e isso é muito bom! A campanha eu nem cheguei a jogar até o momento que escrevi essa review porém as criticas que estão saindo por aí em relação a ela não são boas mas vamos ser sinceros, o ponto focal de BF é o multiplayer e pode ter certeza que isso sim está fenomenal. A config do meu PC atualmente é uma GTX 1650 e um Ryzen 4600g com 16 GB de Ram, apesar da configuração fraca o game fica por volta de 50-75+ FPS se configurar certinho e dependendo do que estiver acontecendo na tela então o jogo está bem otimizado apesar do minimo ser uma RTX 2060 ^^ To me divertindo bastante com o game e espero que receba muito mais conteúdo com o tempo, vejo vcs nos campos de batalha soldados!
Visual legal, história bacana, tudo mais... MAS O JOGO LANÇA PARCELADO?????????????????? Hoje, dia 22 de Setembro de 2025, você pode APENAS jogar 2 CENAS... Para jogar o jogo completo você vai precisar esperar lançar o resto (2 cenas por semana, sendo as cenas finais somente dia 12 de Novembro de 2025) Impressionante...