Recomendação: 👍 Sim, mas com aquele olhar de “sei não, hein…” 🚬 Smoke que pensa mais que eu nas provas Agora a smoke tem vida própria. Você joga, ela se espalha, alguém atira, ela abre um buraco. Parece mágica. Pena que o FPS também evapora junto com a fumaça. 💥 Novo sistema de tick? A Valve prometeu que agora todo tiro vai contar. Aham. Só se for contra mim. Dou 10 tiros na cabeça = nada. Levo uma bala na perna = morri de traumatismo craniano. 🧠 IA das partidas casuais: Time inimigo = 5 k-dramas coreanos coordenados com tática de SWAT. Meu time = Um cara tocando funk no mic, outro jogando com trackpad e eu perguntando por que ainda tô aqui. 😵 Desempenho Tenho uma RTX, processador novo, SSD e mesmo assim o jogo roda como se eu tivesse abrindo o CS no microondas. Cada atualização é uma roleta russa: ou melhora ou meu PC explode. 🕹️ Conclusão filosófica CS2 é tipo aquele ex que voltou da academia: mais bonito, mas continua com os mesmos defeitos de caráter. Amo? Sim. Reclamo? Também. Paro de jogar? Nunca.
CS2 é, sem dúvida, uma evolução do CS:GO, mas para quem joga há anos e busca melhorar constantemente, ele é um misto de empolgação e frustração. A mudança para a engine Source 2 trouxe gráficos mais limpos, sons realistas e uma sensação de tiro mais impactante, mas também alterou a física e o “feeling” do jogo. A movimentação está mais solta e fluida, porém com uma inércia diferente, o que exige reaprender timing, strafes e controle de spray. O recoil parece mais imprevisível, e aquele domínio automático que tínhamos no GO agora precisa ser reconstruído. As smokes dinâmicas são um dos maiores acertos: reagem a tiros, granadas e ao ambiente, criando novas estratégias e exigindo leitura de jogo mais refinada. Porém, o sistema de subtick ainda gera inconsistências no registro de tiros, algo que desanima quando se perde um duelo que parecia ganho. A iluminação e o design dos mapas estão mais realistas, mas também alteram a forma como se enxerga o inimigo — às vezes o brilho e o contraste atrapalham mais do que ajudam. Jogando CS2, a sensação é de estar reaprendendo tudo o que já sabia, e isso é bom e ruim ao mesmo tempo. O jogo te tira da zona de conforto, faz você pensar, testar e errar de novo. Se o CS:GO era sobre precisão e disciplina, o CS2 é sobre adaptação e leitura. Ainda não é perfeito, mas tem alma, e cada atualização mostra que ele está evoluindo. Para quem não joga profissionalmente, mas quer entender o jogo em profundidade, o CS2 é uma nova escola — mais exigente, mais viva e mais imprevisível, mas com potencial para se tornar o melhor Counter-Strike de todos.